A imprensa começa a se desenvolver, ganhar força no século XVIII com a Revolução Industrial. Nesta época os principais interesses dos jornais eram mercantins e políticos. Com a Revolução Francesa em 1789, começa-se a fazer jornais como os de hoje, com várias páginas e assuntos diversos.
O 1º jornal brasileiro foi o Correio Braziliense, fundado em Londres, em 1808, por Hipólito José da Costa. Este jornal tinha por objetivo vencer a censura existente no Brasil na época e tratar de temas políticos. O Correio Braziliense era publicado em lingua portuguesa, produzido e vendido na Inglaterra, porém só chegava ao Brasil clandestinamente.
Com o fim da censura foram aparecendo outros jornais como: Diário do Rio de Janeiro, Sentinela da Liberdade entre outros que em sua maioria eram favoráveis a independência do Brasil e tinham um tom panfletário.
No segundo Reinado inicia-se uma nova fase da imprensa brasileira, agora era deixado de lado o essencialmente político para torna-se mais literária e mundana, agora os jornais contavam com a presença de escritores como Machado de Assis, José de Alencar, José Veríssimo, entre outros em susas páginas.
Com a virada do século, a imprensa passa a ter uma perspectiva empresarial com a descoberta da publicidade. As páginas não se destinam apenas à politica e a literarura, mas abrem espaço também para as entrevistas e reportagens com estilo europeu e americano, o noticiário esportivo, as crônicas.
Texto baseado em O mundo dos jornalistas, Isabel Travancas.
Momentos relacionados ao jornalismo, à universidade e a atividades para a formação profissional
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